Ecos da Missão do Brasil
Experiencia de realizar aulas online em tempos de Covid-19
Com a expansão do Covid-19 e as mortes que se começaram a registar em muitos países, o mundo entrou em alerta máxima e aos poucos, como medida de prevenção foram fechando as escolas… Aqui no Estado de Goiás, Brasil, o decreto saiu no dia 15 de março do ano corrente. Sendo professora de uma turma de crianças de 3 anos, devo dizer que, na primeira semana, fiquei preocupada, triste e pensando como agir daqui para a frente.
Atenta às diretrizes Da Secretaria de Educação, e atendendo às condições do nosso meio, a direção da escola Ana Maria Rivier, sob orientação da secretaria de educação, criou grupos no WhatsApp, como forma de poder chegar até às famílias das nossas crianças e poder continuar a dar suporte pedagógico, assim, a partir do dia 23 começamos a enviar propostas de atividades, às quais os responsáveis de educação aderiram bem e frequentemente foram partilhando as atividades.
Inicialmente não me custou muito trabalhar desta forma, pois tinha a esperança que em abril regressaria tudo ao normal, mas infelizmente o decreto foi prorrogado e comecei a entristecer, pois a saudade foi aumentando. A interação por vídeo e mensagens foi diminuindo esta “distância”, mas não é a mesma coisa que presencial.
Nas aulas presenciais, cada dia tem a sua novidade, cada criança chega com seu sorriso ou com a lágrima no canto do olho por deixar a mamãe lá fora, mas logo começa a interagir e é bom sentir e ver a alegria de cada rosto nas descobertas e partilhas do dia a dia… Agora esses rostos sorridentes que via diariamente estão longe e apenas posso ver e escutar por mensagens áudio ou visuais.
Nesta partilha de mensagens entre os coleguinhas e a professora, mesmo que à distância, podemos continuar a construir o aprendizado e a crescer na amizade e são muitas as vezes que as crianças me surpreendem e me fazem perceber que, no pouco tempo que estivemos juntos, adquiriram conhecimentos científicos e valores, tais como: respeito, amizade, amor a Nossa Senhora e a Deus.
Alegro-me, porque as famílias no geral estão correspondendo bem às atividades, apenas uma minoria não retorna, e aí, sinto dificuldade em avaliar as crianças no seu aprendizado.
Durante este tempo procuro incentivar e encorajar as crianças e os pais a prosseguir a caminhada sem perder a esperança.
Tem sido um tempo um pouco difícil de se viver, pois nossos passos, gestos e atividades ficaram limitados por algo que não conhecemos e não vemos, mas como mulher consagrada, procuro entregar tudo à misericórdia de Deus e reler este tempo com os olhos da fé, cultivando a esperança de que “vai ficar tudo bem”.
Peço a Deus por intercessão de Maria que me ensine cada dia a fazer como ela: a guardar viva a esperança e a conservar no coração tudo aquilo que Deus vai concedendo a cada novo dia!
Irmã Eugénia, Pm
Ecos da Missão do Brasil
Experiencia de realizar aulas online em tempos de Covid-19
Com a expansão do Covid-19 e as mortes que se começaram a registar em muitos países, o mundo entrou em alerta máxima e aos poucos, como medida de prevenção foram fechando as escolas… Aqui no Estado de Goiás, Brasil, o decreto saiu no dia 15 de março do ano corrente. Sendo professora de uma turma de crianças de 3 anos, devo dizer que, na primeira semana, fiquei preocupada, triste e pensando como agir daqui para a frente.
Atenta às diretrizes Da Secretaria de Educação, e atendendo às condições do nosso meio, a direção da escola Ana Maria Rivier, sob orientação da secretaria de educação, criou grupos no WhatsApp, como forma de poder chegar até às famílias das nossas crianças e poder continuar a dar suporte pedagógico, assim, a partir do dia 23 começamos a enviar propostas de atividades, às quais os responsáveis de educação aderiram bem e frequentemente foram partilhando as atividades.
Inicialmente não me custou muito trabalhar desta forma, pois tinha a esperança que em abril regressaria tudo ao normal, mas infelizmente o decreto foi prorrogado e comecei a entristecer, pois a saudade foi aumentando. A interação por vídeo e mensagens foi diminuindo esta “distância”, mas não é a mesma coisa que presencial.
Nas aulas presenciais, cada dia tem a sua novidade, cada criança chega com seu sorriso ou com a lágrima no canto do olho por deixar a mamãe lá fora, mas logo começa a interagir e é bom sentir e ver a alegria de cada rosto nas descobertas e partilhas do dia a dia… Agora esses rostos sorridentes que via diariamente estão longe e apenas posso ver e escutar por mensagens áudio ou visuais.
Nesta partilha de mensagens entre os coleguinhas e a professora, mesmo que à distância, podemos continuar a construir o aprendizado e a crescer na amizade e são muitas as vezes que as crianças me surpreendem e me fazem perceber que, no pouco tempo que estivemos juntos, adquiriram conhecimentos científicos e valores, tais como: respeito, amizade, amor a Nossa Senhora e a Deus.
Alegro-me, porque as famílias no geral estão correspondendo bem às atividades, apenas uma minoria não retorna, e aí, sinto dificuldade em avaliar as crianças no seu aprendizado.
Durante este tempo procuro incentivar e encorajar as crianças e os pais a prosseguir a caminhada sem perder a esperança.
Tem sido um tempo um pouco difícil de se viver, pois nossos passos, gestos e atividades ficaram limitados por algo que não conhecemos e não vemos, mas como mulher consagrada, procuro entregar tudo à misericórdia de Deus e reler este tempo com os olhos da fé, cultivando a esperança de que “vai ficar tudo bem”.
Peço a Deus por intercessão de Maria que me ensine cada dia a fazer como ela: a guardar viva a esperança e a conservar no coração tudo aquilo que Deus vai concedendo a cada novo dia!
Irmã Eugénia, Pm
Ecos da Missão do Brasil
Experiencia de realizar aulas online em tempos de Covid-19
Com a expansão do Covid-19 e as mortes que se começaram a registar em muitos países, o mundo entrou em alerta máxima e aos poucos, como medida de prevenção foram fechando as escolas… Aqui no Estado de Goiás, Brasil, o decreto saiu no dia 15 de março do ano corrente. Sendo professora de uma turma de crianças de 3 anos, devo dizer que, na primeira semana, fiquei preocupada, triste e pensando como agir daqui para a frente.
Atenta às diretrizes Da Secretaria de Educação, e atendendo às condições do nosso meio, a direção da escola Ana Maria Rivier, sob orientação da secretaria de educação, criou grupos no WhatsApp, como forma de poder chegar até às famílias das nossas crianças e poder continuar a dar suporte pedagógico, assim, a partir do dia 23 começamos a enviar propostas de atividades, às quais os responsáveis de educação aderiram bem e frequentemente foram partilhando as atividades.
Inicialmente não me custou muito trabalhar desta forma, pois tinha a esperança que em abril regressaria tudo ao normal, mas infelizmente o decreto foi prorrogado e comecei a entristecer, pois a saudade foi aumentando. A interação por vídeo e mensagens foi diminuindo esta “distância”, mas não é a mesma coisa que presencial.
Nas aulas presenciais, cada dia tem a sua novidade, cada criança chega com seu sorriso ou com a lágrima no canto do olho por deixar a mamãe lá fora, mas logo começa a interagir e é bom sentir e ver a alegria de cada rosto nas descobertas e partilhas do dia a dia… Agora esses rostos sorridentes que via diariamente estão longe e apenas posso ver e escutar por mensagens áudio ou visuais.
Nesta partilha de mensagens entre os coleguinhas e a professora, mesmo que à distância, podemos continuar a construir o aprendizado e a crescer na amizade e são muitas as vezes que as crianças me surpreendem e me fazem perceber que, no pouco tempo que estivemos juntos, adquiriram conhecimentos científicos e valores, tais como: respeito, amizade, amor a Nossa Senhora e a Deus.
Alegro-me, porque as famílias no geral estão correspondendo bem às atividades, apenas uma minoria não retorna, e aí, sinto dificuldade em avaliar as crianças no seu aprendizado.
Durante este tempo procuro incentivar e encorajar as crianças e os pais a prosseguir a caminhada sem perder a esperança.
Tem sido um tempo um pouco difícil de se viver, pois nossos passos, gestos e atividades ficaram limitados por algo que não conhecemos e não vemos, mas como mulher consagrada, procuro entregar tudo à misericórdia de Deus e reler este tempo com os olhos da fé, cultivando a esperança de que “vai ficar tudo bem”.
Peço a Deus por intercessão de Maria que me ensine cada dia a fazer como ela: a guardar viva a esperança e a conservar no coração tudo aquilo que Deus vai concedendo a cada novo dia!
Irmã Eugénia, Pm
Ecos da Missão do Brasil
Experiencia de realizar aulas online em tempos de Covid-19
Com a expansão do Covid-19 e as mortes que se começaram a registar em muitos países, o mundo entrou em alerta máxima e aos poucos, como medida de prevenção foram fechando as escolas… Aqui no Estado de Goiás, Brasil, o decreto saiu no dia 15 de março do ano corrente. Sendo professora de uma turma de crianças de 3 anos, devo dizer que, na primeira semana, fiquei preocupada, triste e pensando como agir daqui para a frente.
Atenta às diretrizes Da Secretaria de Educação, e atendendo às condições do nosso meio, a direção da escola Ana Maria Rivier, sob orientação da secretaria de educação, criou grupos no WhatsApp, como forma de poder chegar até às famílias das nossas crianças e poder continuar a dar suporte pedagógico, assim, a partir do dia 23 começamos a enviar propostas de atividades, às quais os responsáveis de educação aderiram bem e frequentemente foram partilhando as atividades.
Inicialmente não me custou muito trabalhar desta forma, pois tinha a esperança que em abril regressaria tudo ao normal, mas infelizmente o decreto foi prorrogado e comecei a entristecer, pois a saudade foi aumentando. A interação por vídeo e mensagens foi diminuindo esta “distância”, mas não é a mesma coisa que presencial.
Nas aulas presenciais, cada dia tem a sua novidade, cada criança chega com seu sorriso ou com a lágrima no canto do olho por deixar a mamãe lá fora, mas logo começa a interagir e é bom sentir e ver a alegria de cada rosto nas descobertas e partilhas do dia a dia… Agora esses rostos sorridentes que via diariamente estão longe e apenas posso ver e escutar por mensagens áudio ou visuais.
Nesta partilha de mensagens entre os coleguinhas e a professora, mesmo que à distância, podemos continuar a construir o aprendizado e a crescer na amizade e são muitas as vezes que as crianças me surpreendem e me fazem perceber que, no pouco tempo que estivemos juntos, adquiriram conhecimentos científicos e valores, tais como: respeito, amizade, amor a Nossa Senhora e a Deus.
Alegro-me, porque as famílias no geral estão correspondendo bem às atividades, apenas uma minoria não retorna, e aí, sinto dificuldade em avaliar as crianças no seu aprendizado.
Durante este tempo procuro incentivar e encorajar as crianças e os pais a prosseguir a caminhada sem perder a esperança.
Tem sido um tempo um pouco difícil de se viver, pois nossos passos, gestos e atividades ficaram limitados por algo que não conhecemos e não vemos, mas como mulher consagrada, procuro entregar tudo à misericórdia de Deus e reler este tempo com os olhos da fé, cultivando a esperança de que “vai ficar tudo bem”.
Peço a Deus por intercessão de Maria que me ensine cada dia a fazer como ela: a guardar viva a esperança e a conservar no coração tudo aquilo que Deus vai concedendo a cada novo dia!
